Mês pessoal 8: o sentido
Orçamentos, contratos e relações de autoridade voltam com mais frequência às conversas.
O mês pessoal 8 é um mês de concreto. Depois do recuo do mês 7, ele pede que se transforme a reflexão em decisões: responder a uma oferta, fixar um preço, pedir o que lhe cabe, assumir a responsabilidade de um projeto.
Esse clima favorece a eficácia. As iniciativas que se apoiam em números precisos e em uma preparação séria têm mais peso. É também um mês em que se mede o que se construiu: o que funciona pode ser valorizado, o que não funciona aparece com mais nitidez.
As perguntas a se fazer são pragmáticas. Que escolha concreta deixei em espera por tempo demais? Que valor trouxe nos últimos meses, e ele é reconhecido? Onde preciso afirmar minha autoridade, e onde deveria, ao contrário, ceder terreno?
O ano pessoal matiza este mês. Em um ano 9, dedicado à triagem e às conclusões, um mês 8 cai em agosto e ajuda a acertar as contas, no sentido próprio e no figurado. Em um ano 8, ele chega em setembro e reforça a dimensão material do ano: o momento de fazer um balanço dos objetivos fixados em janeiro. Em um ano 2, feito de paciência e de alianças, ele se coloca em junho e convida a negociar com firmeza, mas com tato.
O mês 9 que vem a seguir permitirá terminar e fazer a triagem. O que tiver sido decidido agora poderá então ser concluído com capricho.