Mês pessoal 2: o sentido
Coloca em primeiro plano o que se faz em conjunto: uma decisão tomada a dois, um acordo a encontrar, uma pessoa cuja opinião ou assinatura condiciona o que vem.
Depois de um mês 1 que empurrava a agir por conta própria, o mês pessoal 2 muda de registro. O ritmo desacelera um pouco, não porque nada se mova, mas porque cada etapa espera alguém.
Este mês também põe a sensibilidade em alerta. Uma mensagem de tom seco, um silêncio à mesa, um colega que parece estar em outro lugar: esse tipo de detalhe se nota mais. É um trunfo para compreender o que trava uma negociação ou uma relação, desde que você confira as suas impressões em vez de tomá-las como certas.
As perguntas que acompanham um mês 2 dizem respeito aos vínculos. Com quem preciso me entender para avançar? Que acordo continua vago e ganharia em ser escrito? Quem espera de mim um sinal, uma resposta, um obrigado?
O ano pessoal em curso dá a medida deste mês. Dentro de um ano 8, rico em decisões e em questões de dinheiro, ele convida a negociar em vez de impor, e cai então em março e em dezembro. Em um ano 7, já mais interior, suaviza o recolhimento trazendo de volta uma ou duas conversas que contam. Em um ano 2, em que a cooperação forma já o pano de fundo, ele chega em setembro e acentua essa necessidade de aliados. É o bom mês para fazer um balanço com as pessoas que acompanham você.
O mês 3 que vem a seguir (salvo se estivermos em dezembro) tornará as trocas mais leves e mais visíveis. O que tiver sido combinado com calma agora poderá então ser apresentado.