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Cauda cármica 15-8-11: Agressividade

Uma força interior imensa que desabrocha quando escolhe a flexibilidade e a negociação em vez da queda de braço.

  • força dominada
  • negociação
  • proteção
O essencial

Cauda cármica 15-8-11: Agressividade em resumo

Uma força

Sob um temperamento vivo arde uma energia de fundo notável. Esta cauda dá determinação, grandes ambições e um senso de justiça muito afiado. Voltada à defesa do que importa, torna-se protetora, e a pessoa se revela uma aliada confiável para quem está em dificuldade.

Um ponto de atenção

A raiva pode assumir o leme: dita uma frase que fere, um gesto a mais, sobretudo contra alguém mais frágil, criança incluída. O eco costuma voltar mais forte. Quando os gestos ou as palavras escapam ao seu controle, existem lugares de escuta, e o bloco de ajuda desta página leva você até eles.

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11

Por Thomas Guilhot · atualizado em

O que esta cauda cármica conta

Nesta vida, segundo o método, a alma recebe em troca um corpo pouco robusto, o inverso do de outrora, mas uma força interior e ambições muito elevadas.

Nesta vida

Desta vez, é a pessoa quem sofre a agressividade, desde a infância, por parte de colegas. Uma matrícula no boxe ou em uma arte marcial é então uma chance: ela aprende a revidar, unicamente diante de quem a ataca. A prova seguinte surge quando uma criança chega à família. Muitas vezes, ela se desenvolve de outro modo que o esperado: mimada, pouco robusta, de temperamento tranquilo. A irritação cresce ao vê-la tomar outro caminho, e a violência ressurge contra alguém mais fraco: levanta-se a mão sobre ela para fazê-la reagir e forçá-la a mudar. A criança se recolhe ainda mais, e a mãe fica ao lado dela. O método diz que a vida dá então uma nova lição, desta vez no terreno do corpo: pancadas, ferimentos, briga na rua que acaba mal, objeto pesado que cai. A dureza com quem é mais fraco atrai uma sanção vinda de alguém mais forte.

A lição

O método pede que se aprenda a conter a agressividade que fermenta por dentro. A força e as técnicas adquiridas só são legítimas para se proteger, nunca para atacar. Melhor fugir de qualquer briga: um instante de imprudência basta para ferir gravemente alguém e para acabar atrás das grades. Em muitas situações, a flexibilidade e o senso de negociação substituem com vantagem os punhos, e é aí que está o verdadeiro domínio.

O roteiro: Conflitos provocados

Um modo de vida que leva, sem que a pessoa perceba, a submeter o entorno.

Uma agressividade interior fermenta e pode atrair a violência em retorno. Investir com insistência e dureza em nome do que parece justo torna-se o reflexo básico.

Os sinais

  • Tentações às quais não se resiste
  • Álcool ou drogas que viraram dependência
  • Casos judiciais de grande repercussão
  • Os outros tidos como responsáveis pelos seus problemas
  • Energia gasta em pura perda
  • Direitos ou privilégios perdidos
  • Agressividade que acaba em pancadaria
  • Corpo físico frágil
  • Relações baseadas em uma dependência sexual
  • Perda de controle, escândalos
  • Desprezo e assédio contra os mais fracos
  • Ameaças e chantagem contra o entorno
  • Situações vividas como becos sem saída
  • Atividades ilegais
  • Leis infringidas com conhecimento de causa
  • Entorno usado, ou impressão de ser usado

A nova estratégia

A nova estratégia consiste em guardar a força para a defesa e em escolher a flexibilidade em todo o resto.

Aprende-se a perceber a agressividade que sobe e a contê-la antes que se expresse. As técnicas de combate continuam sendo um meio de se proteger, nunca um instrumento para dominar. Evitam-se as brigas, mesmo quando o orgulho empurra a responder, lembrando o que um único gesto pode custar. Nos desacordos, a diplomacia e a negociação tomam o lugar do confronto.

As etapas

  • Anotar as situações que desencadeiam a sua raiva e os primeiros sinais de tensão
  • Reservar as técnicas de combate aprendidas apenas para a defesa
  • Sair do local assim que uma briga se anunciar
  • Substituir toda semana uma queda de braço por uma negociação
  • Respirar e adiar a sua resposta quando a raiva sobe

No dia a dia

À noite, seu filho ou sua filha chega sem ter feito o dever, com ar tranquilo.

A raiva sobe de repente, a voz endurece. Espere dez segundos, saia para o corredor, beba um copo de água gelada. Na volta, diga: “Estou muito bravo, e quero entender.” A conversa que se segue é mais lenta, mas não deixa cicatriz. Você reencontra uma autoridade sem gritos, que a criança respeita porque ela a tranquiliza.

Uma leitura simbólica da matriz do destino: uma pista de reflexão sobre você, nunca um veredito nem um fato comprovado.

Precisa de ajuda?

  • Brasil
    • 180Ligue 180 — Central de Atendimento à MulherGrátis, 24 horas, todos os dias. Fonte: gov.br
    • 100Disque 100 — Disque Direitos HumanosGrátis, 24 horas, incluindo sábados, domingos e feriados. Fonte: gov.br
    • 192SAMU 192 — urgência médicaGrátis, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Fonte: gov.br
    • 190Polícia MilitarGrátis. Fonte: gov.br
    • 193Corpo de BombeirosGrátis. Fonte: gov.br

Outro país? Find A Helpline (ThroughLine) reúne linhas de escuta gratuitas e verificadas em mais de 175 países.

Para saber mais

Como é calculado?

Parta da data.

Perguntas frequentes: cauda cármica 15-8-11: Agressividade

É preciso reprimir a raiva?

Não, a raiva informa sobre o que importa. O que se trabalha é a sua expressão: caminhar, escrever, praticar um esporte orientado, nomear o que fere antes de falar. Uma energia reconhecida e canalizada vira motor. Só a que se deixa transbordar se volta contra o entorno, e contra si, muitas vezes no momento em que menos se espera.

Um esporte de combate é recomendado?

Pode ajudar, desde que se aprenda nele o domínio de si e o respeito pelo outro. Uma prática orientada ensina a dosar a força, a recuar, a se proteger sem atacar. Torna-se então uma escola de calma. Escolha uma academia onde se fale de disciplina e de segurança mais que de vitória.

Como reagir quando alguém nos provoca?

Saia de cena se puder, respire, ganhe tempo. Uma negociação calma desarma muitas vezes mais depressa que uma explosão. E se a situação passar do seu limite, chame uma terceira pessoa. Saber se afastar não é ceder: é a prova de um domínio de si já adquirido, sem necessidade de provar nada a ninguém.