Júpiter na casa 2: o sentido
Segundo lugar depois do ascendente, a casa dos recursos descreve o que a pessoa possui e o que sabe transformar em dinheiro.
Júpiter instala ali uma forma de confiança material. Acredita-se poder ganhar a vida com os próprios talentos, veem-se as oportunidades, ousa-se pedir o preço justo. Exemplos: transformar um hobby de confeitaria em pequena empresa, negociar um salário com serenidade, investir em um curso que renderá mais tarde, alugar um quarto de hóspedes a viajantes de passagem. A relação com o dinheiro é antes descontraída, raramente angustiada, mesmo quando a conta está baixa.
Na ordem natural, Touro e Vênus respondem a esse lugar; Júpiter, o outro benéfico, está ali em boa companhia. Sua generosidade é concreta: convidar, presentear, ajudar financeiramente um parente, apoiar uma associação. Os valores pessoais, aquilo a que a pessoa realmente se apega, são amplos e tolerantes. Ela dá valor à experiência, ao saber e à liberdade tanto quanto aos bens.
O excesso próprio do benéfico aparece no extrato bancário. Confiança demais leva a gastar antes de ganhar, a emprestar sem garantia, a multiplicar assinaturas e compras de conforto. A casa 8, no lado oposto, trata dos bens compartilhados e das dívidas: o equilíbrio se encontra mantendo um orçamento simples e fixando uma poupança regular. Bem canalizado, esse Júpiter dá uma verdadeira capacidade de se reerguer financeiramente.
- Domínio
- Recursos e valoresos recursos, os talentos, o que tem valor
- Tipo
- SucedenteEixo com a casa 8
- Signo natural
- TouroZodíaco natural: casa 1 = Áries
- Regente natural
- Vênus